“En esto consiste el amar a Dios: en que obedezcamos a sus mandamientos. Y éstos no son difíciles de cumplir, porque todo el que ha nacido de Dios vence al mundo. Esta es la victoria que vence al mundo: nuestra fe. ¿Quién es el que vence al mundo sino el que cree que Jesús es el hijo de Dios?" 1 Jn 5.3-5
El tema del amor a Dios, y a los hermanos por extensión, se convierte en definitivo en una cuestión de fe y de creencia. El apóstol presenta de forma condensada el contenido del amor a Dios: para él amar a Dios consiste en una acción diaria muy específica que refleja la fe en lo que se cree. Así que amar deja de ser una cuestión limitada a las sensaciones y emociones derivadas de nuestra relación con Dios y se amplia a toda la gama de decisiones y acciones humanas derivadas de la relación con Dios y del conjunto de las creencias (fe) bíblicas.
Amar es obedecer a Dios y cumplir con sus mandamientos. El amor se demuestra con la sinceridad con que buscamos conocer aun más los mandamientos de la palabra de Dios y vivir nuestras vidas en conformidad con ello.
Amar es vencer al mundo y a las tentaciones que nos llegan a diario con la fuerza de la palabra de Dios en nuestras vidas. Creer que Jesús es el hijo de Dios y que además es el Cristo y ha nacido de Dios (5.1) es una fe que se solidifica en nuestra mente, definiendo los nuevos contornos de nuestras vidas y reflejándose a través de obras de amor a Dios e a las demás personas.
¡Creer es amar! Por eso tenemos ante nosotros un largo camino de fe, de compromiso y de amor. ¡Sigamos juntos esta senda!
quarta-feira, 13 de maio de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
Maio 2009
Vencemos mais um mês de àrduo trabalho aqui na Base Europa. Temos muito que agradecer a Deus! Louve a Deus conosco:
1. Pela reunião do Conselho Nacional da Igreja Evangélica Presbiteriana da Espanha realizada na semana passada em Madrid. Somos gratos a Deus pela convivência fraterna entre todos os líderes e pelas decisões tomadas que visam o crescimento e a solidificação da obra na Espanha;
2. Pela visita feita ao nosso colega, Rev. Fábio, missionário em Novosibirsk na Sibéria (Rússia). Foram dias em que tivemos a oportunidade de acompanhar o trabalho de evangelização e discipulado de jovens universitários, bem como de conversar muito sobre as alternativas de ministério naquela cidade;
3. Pelo acampamento da igreja de Torrelodones no feriado da semana santa. Estudamos textos bíblicos pertinentes à morte e à ressurreição de Cristo e tivemos ocasião de compartilhar um pouco mais das nossas vidas. Foram dias muito edificantes e gratificantes!
4. Pela eleição da nossa Mesa Administrativa na igreja de Torrelodones. Os irmãos estão animados e interessados em ver a igreja crescer cada vez mais;
5. Pelas novas pessoas que estão sendo contactadas e alcançadas. Nas últimas semanas temos recebido alguns visitantes muito interessados em conhecer mais do evangelho;
6. Pela criação da Plataforma Unida para a Evangelização da Espanha (PUEDES). Assumimos a função de representantes da Igreja Evangélica Presbiteriana da Espanha nesse empenho conjunto dos evangélicos espanhóis em prol da evangelização do país.
Da mesma forma, queremos que ore conosco pelos seguintes pedidos:
1. Pela próxima visita à congregação de Londres nos dias 8-10 de maio. Nessa ocasião daremos atenção pastoral aos irmãos e manteremos um primeiro encontro com a liderança da Igreja Evangélica Presbiteriana da Inglaterra e Gales para conversarmos sobre a possibilidade de trabalho em conjunto;
2. Pelos preparativos para o terceiro encontro de jóvens presbiterianos programado para um fim de semana de julho. Nossos jóvens estão cada vez mais animados e unidos no propósito de se organizarem para servirem melhor ao Senhor;
3. Pelos preparativos finais e divulgação do nosso encontro de missionários no proximo mês de janeiro. Peçamos a Deus que a participação de todos os missionários e suas famílias, ligados à Base Europa, seja possível e abençoadora;
4. Pelo crescimento e solidificação de todas as nossas igrejas espalhadas pelo continente europeu. Peçamos a Deus também oportunidades para a abertura de novas frentes de trabalho missionário na Europa;
5. Por mais obreiros vocacionados, bem preparados e devidamente encaminhados. Precisamos de mais missionários com disposição de servir a Deus neste contexto de tanta necessidade e aridez espiritual;
6. Pela saúde da nossa nora Cristina (esposa do Felipe). A Cristina tem apresentado um quadro de saúde complicado e carece das nossas constantes orações.
Lembre-se que o nosso blog é atualizado semanalmente com mensagens, noticias dos campos, do nosso trabalho, fotos e motivos de oração. Visite-o sempre: www.baseeuropa.blogspot.com
Contamos sempre com você!
1. Pela reunião do Conselho Nacional da Igreja Evangélica Presbiteriana da Espanha realizada na semana passada em Madrid. Somos gratos a Deus pela convivência fraterna entre todos os líderes e pelas decisões tomadas que visam o crescimento e a solidificação da obra na Espanha;
2. Pela visita feita ao nosso colega, Rev. Fábio, missionário em Novosibirsk na Sibéria (Rússia). Foram dias em que tivemos a oportunidade de acompanhar o trabalho de evangelização e discipulado de jovens universitários, bem como de conversar muito sobre as alternativas de ministério naquela cidade;
3. Pelo acampamento da igreja de Torrelodones no feriado da semana santa. Estudamos textos bíblicos pertinentes à morte e à ressurreição de Cristo e tivemos ocasião de compartilhar um pouco mais das nossas vidas. Foram dias muito edificantes e gratificantes!
4. Pela eleição da nossa Mesa Administrativa na igreja de Torrelodones. Os irmãos estão animados e interessados em ver a igreja crescer cada vez mais;
5. Pelas novas pessoas que estão sendo contactadas e alcançadas. Nas últimas semanas temos recebido alguns visitantes muito interessados em conhecer mais do evangelho;
6. Pela criação da Plataforma Unida para a Evangelização da Espanha (PUEDES). Assumimos a função de representantes da Igreja Evangélica Presbiteriana da Espanha nesse empenho conjunto dos evangélicos espanhóis em prol da evangelização do país.
Da mesma forma, queremos que ore conosco pelos seguintes pedidos:
1. Pela próxima visita à congregação de Londres nos dias 8-10 de maio. Nessa ocasião daremos atenção pastoral aos irmãos e manteremos um primeiro encontro com a liderança da Igreja Evangélica Presbiteriana da Inglaterra e Gales para conversarmos sobre a possibilidade de trabalho em conjunto;
2. Pelos preparativos para o terceiro encontro de jóvens presbiterianos programado para um fim de semana de julho. Nossos jóvens estão cada vez mais animados e unidos no propósito de se organizarem para servirem melhor ao Senhor;
3. Pelos preparativos finais e divulgação do nosso encontro de missionários no proximo mês de janeiro. Peçamos a Deus que a participação de todos os missionários e suas famílias, ligados à Base Europa, seja possível e abençoadora;
4. Pelo crescimento e solidificação de todas as nossas igrejas espalhadas pelo continente europeu. Peçamos a Deus também oportunidades para a abertura de novas frentes de trabalho missionário na Europa;
5. Por mais obreiros vocacionados, bem preparados e devidamente encaminhados. Precisamos de mais missionários com disposição de servir a Deus neste contexto de tanta necessidade e aridez espiritual;
6. Pela saúde da nossa nora Cristina (esposa do Felipe). A Cristina tem apresentado um quadro de saúde complicado e carece das nossas constantes orações.
Lembre-se que o nosso blog é atualizado semanalmente com mensagens, noticias dos campos, do nosso trabalho, fotos e motivos de oração. Visite-o sempre: www.baseeuropa.blogspot.com
Contamos sempre com você!
Encontro de Famílias em Sevilla
No último final de semana (9-10 de maio), enquanto o Carlos estava em Londres atendendo à Congregação, participei no primeiro encontro de famílias na Igreja Presbiteriana de Sevilla, onde tive a oportunidade de falar como preletora. Tivemos uma participação muito animada dos membros da igreja e outros convidados. Terminamos com um almoço onde montamos um bolo que representava o matrimônio.
Rosa del Pino
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Homenagem ao Anjo Caído!!
Uma das estátuas emblemáticas do Parque Retiro, em pleno centro de Madrid é a do "Anjo Caído". Lamentavelmente, trata-se de uma homenagem feita pelo povo madrilenho a Satanás. Isso já nos diz muito sobre a situação em que se encontra tanto o povo espanhol como o próprio cristianismo por estas terras. Por isso, a igreja deve continuar firme em sua caminhada missionária na Espanha e por toda a Europa!
¡Sigamos Amandonos los Unos a los Oltros!
“Así, cuando amamos a Dios y cumplimos sus mandamientos, sabemos que amamos a los hijos de Dios”
1 Jn 5.2
Decimos que amamos a nuestros hermanos y muchas veces los amamos de verdad. Intentamos convivir de forma pacifica, dejamos de decir todo lo que nos viene a la cabeza, hacemos lo que está en nuestras manos para que los demás se sientan bien y queridos y buscamos maneras de expresar lo que sentimos.
Sin embargo, es muy común que nos frustremos en los intentos de amar a los hermanos. Es frecuente que nos dañe la forma como se interpreta lo que uno hace o dice. Los prejuicios personales, las exigencias a que los demás se configuren a mi imagen, las lenguas afiladas, el egoísmo y el “yo primero” siempre parecen tener la última palabra en los otros y en mí. A veces nos sentimos tan mal que nos preguntamos se vale la pena esforzarnos por amar y por expresar el amor.
Tras el apóstol Juan tratar tanto del tema del amor (capítulos 3 y 4) parece increíble que una vez más mencione la importancia de amar a los hermanos, puesto que como nosotros son también hijos de Dios. Pero si el apóstol insiste tanto en el tema por algo importante será. ¡Y de hecho lo es! La cuestión es que todavía vivimos el amor entre nosotros como personas imperfectas y pecadoras. Aprendemos a amar a los hermanos a medida en que caminamos juntos y en que nos perdonamos mutuamente.
Según Juan sabemos que amamos a los hijos de Dios, nuestros hermanos, “cuando amamos a Dios y cumplimos sus mandamientos”. Los mandamientos e la ley de Dios se resumen en una sola cosa: “este mandamiento nuevo os doy: que os améis los unos a los otros. Así como yo os he amado, también vosotros debéis amaros unos a otros” (Jn 13.34).
Amar no es una alternativa entre muchas, sino que la expresión del amor redentor de Cristo por nosotros. Cristo ha sufrido por amor a nosotros, a dado su vida por nos amar… ¡No hay expresión más grande de amor que esa! Amar no es fácil y muchas veces nos hace sufrir también, pero es el camino de la gracia y de la gratitud a Dios. ¡Sigamos amándonos unos a otros!
1 Jn 5.2
Decimos que amamos a nuestros hermanos y muchas veces los amamos de verdad. Intentamos convivir de forma pacifica, dejamos de decir todo lo que nos viene a la cabeza, hacemos lo que está en nuestras manos para que los demás se sientan bien y queridos y buscamos maneras de expresar lo que sentimos.
Sin embargo, es muy común que nos frustremos en los intentos de amar a los hermanos. Es frecuente que nos dañe la forma como se interpreta lo que uno hace o dice. Los prejuicios personales, las exigencias a que los demás se configuren a mi imagen, las lenguas afiladas, el egoísmo y el “yo primero” siempre parecen tener la última palabra en los otros y en mí. A veces nos sentimos tan mal que nos preguntamos se vale la pena esforzarnos por amar y por expresar el amor.
Tras el apóstol Juan tratar tanto del tema del amor (capítulos 3 y 4) parece increíble que una vez más mencione la importancia de amar a los hermanos, puesto que como nosotros son también hijos de Dios. Pero si el apóstol insiste tanto en el tema por algo importante será. ¡Y de hecho lo es! La cuestión es que todavía vivimos el amor entre nosotros como personas imperfectas y pecadoras. Aprendemos a amar a los hermanos a medida en que caminamos juntos y en que nos perdonamos mutuamente.
Según Juan sabemos que amamos a los hijos de Dios, nuestros hermanos, “cuando amamos a Dios y cumplimos sus mandamientos”. Los mandamientos e la ley de Dios se resumen en una sola cosa: “este mandamiento nuevo os doy: que os améis los unos a los otros. Así como yo os he amado, también vosotros debéis amaros unos a otros” (Jn 13.34).
Amar no es una alternativa entre muchas, sino que la expresión del amor redentor de Cristo por nosotros. Cristo ha sufrido por amor a nosotros, a dado su vida por nos amar… ¡No hay expresión más grande de amor que esa! Amar no es fácil y muchas veces nos hace sufrir también, pero es el camino de la gracia y de la gratitud a Dios. ¡Sigamos amándonos unos a otros!
La Fe y el Amor
“Todo el que cree que Jesús es el Cristo, ha nacido de Dios, y todo el que ama al padre, ama también a sus hijos”
1 Jn 5.1
El apóstol Juan procura vincular dos temas que frecuentemente solimos tratarlos de forma separada: la fe (creencia) y el amor. Lo más normal es considerar que lo que uno cree como sistema de fe no tiene nada que ver con lo que uno siente y donde efectivamente pone su afecto y amor.
En general las personas (¿nosotros?) se sienten muy a gusto al desvincular la fe del amor. Así, piensan, pueden creer sin se comprometer y pueden querer sin se cuestionaren. Total, la falta de compromiso con la estructura de fe y de amor que nos propone la redención en Cristo es el tono principal de la vida. El compromiso está firmado, en ese caso, con uno mismo, con lo que nos trae placer inmediato.
E apóstol es claro en su mensaje: los que creen que Jesús es el Mesías (Cristo) nacido y enviado por Dios Padre son también los que aman a Dios y a sus hijos (nuestros hermanos). Para que el amor a los hermanos (no a nosotros mismos como referente básico de la fe) sea legítimo debe derivarse del profundo vinculo que hay entre la fe (creencia) en Jesucristo y el amor a Dios Padre.
Así, es muy importante que lo que creemos (fe) sobre Jesús se lo correcto y esté en dependencia de lo que sentimos (amor) por Dios. Estas dos cosas juntas fortalecen la espiritualidad cristiana y la unión entre todos los hermanos. En otras palabras, estamos unidos y comprometidos unos con otros a medida en que nuestra fe en Cristo y nuestro amor a Dios estén en dependencia mutua. ¡Crezcamos en esta fe y en este amor!
1 Jn 5.1
El apóstol Juan procura vincular dos temas que frecuentemente solimos tratarlos de forma separada: la fe (creencia) y el amor. Lo más normal es considerar que lo que uno cree como sistema de fe no tiene nada que ver con lo que uno siente y donde efectivamente pone su afecto y amor.
En general las personas (¿nosotros?) se sienten muy a gusto al desvincular la fe del amor. Así, piensan, pueden creer sin se comprometer y pueden querer sin se cuestionaren. Total, la falta de compromiso con la estructura de fe y de amor que nos propone la redención en Cristo es el tono principal de la vida. El compromiso está firmado, en ese caso, con uno mismo, con lo que nos trae placer inmediato.
E apóstol es claro en su mensaje: los que creen que Jesús es el Mesías (Cristo) nacido y enviado por Dios Padre son también los que aman a Dios y a sus hijos (nuestros hermanos). Para que el amor a los hermanos (no a nosotros mismos como referente básico de la fe) sea legítimo debe derivarse del profundo vinculo que hay entre la fe (creencia) en Jesucristo y el amor a Dios Padre.
Así, es muy importante que lo que creemos (fe) sobre Jesús se lo correcto y esté en dependencia de lo que sentimos (amor) por Dios. Estas dos cosas juntas fortalecen la espiritualidad cristiana y la unión entre todos los hermanos. En otras palabras, estamos unidos y comprometidos unos con otros a medida en que nuestra fe en Cristo y nuestro amor a Dios estén en dependencia mutua. ¡Crezcamos en esta fe y en este amor!
Amar a Dios es Amar al Hermano
“Si alguien afirma: ‘Yo amo a Dios’, pero odia a su hermano, es un mentiroso; pues el que no ama a su hermano, a quien ha visto, no puede amar a Dios, a quien no ha visto. Y él nos ha dado este mandamiento: el que ama a Dios, ame también a su hermano”
1 Jn 4.20-21
El apóstol Juan concluye el tema del amor con estas palabras. Lo hace presentándonos un resumen de lo que ha estado hablando desde el capítulo 3: el amor a Dios no se puede considerar únicamente como una experiencia espiritual y subjetiva, ni exclusivamente personal e individual. Tampoco lo considera, como lo vemos en estos versos, algo que se define y se manifiesta únicamente por medio de una afirmación verbal. Amar a Dios es la respuesta que damos a su obra en nuestras vidas (4.19) y eso lo hacemos cuando manifestamos ese amor de forma concreta a los hermanos y demás personas (3.16-18).
Afirmar que uno ama a Dios cuando se relaciona con el hermano en base al odio es mentir y negar que la obra de Dios en nuestra vida y en nuestro medio haya sido real y eficaz. La verdad apostólica en este texto es que afirmamos nuestro amor a Dios cuando lo manifestamos concretamente a las demás personas. La visibilidad de nuestro amor a quienes podemos ver, tocar y sentir demuestra la invisibilidad de nuestro amor a Dios, al que no podemos tocar o ver de forma física.
Así que el mandamiento de Dios está muy claro: el que ama a Dios, ame también a su hermano (Jn 13.34-35). El mundo sabrá que somos discípulos de Cristo y que su obra redentora es verdadera siempre que pueda ver concretamente los hechos que manifiestan ese amor entre nosotros. ¡Amar a Dios es amar a los hermanos, servir a Dios es servir a la humanidad! Que sea esta nuestra permanente experiencia de fe y comunión.
1 Jn 4.20-21
El apóstol Juan concluye el tema del amor con estas palabras. Lo hace presentándonos un resumen de lo que ha estado hablando desde el capítulo 3: el amor a Dios no se puede considerar únicamente como una experiencia espiritual y subjetiva, ni exclusivamente personal e individual. Tampoco lo considera, como lo vemos en estos versos, algo que se define y se manifiesta únicamente por medio de una afirmación verbal. Amar a Dios es la respuesta que damos a su obra en nuestras vidas (4.19) y eso lo hacemos cuando manifestamos ese amor de forma concreta a los hermanos y demás personas (3.16-18).
Afirmar que uno ama a Dios cuando se relaciona con el hermano en base al odio es mentir y negar que la obra de Dios en nuestra vida y en nuestro medio haya sido real y eficaz. La verdad apostólica en este texto es que afirmamos nuestro amor a Dios cuando lo manifestamos concretamente a las demás personas. La visibilidad de nuestro amor a quienes podemos ver, tocar y sentir demuestra la invisibilidad de nuestro amor a Dios, al que no podemos tocar o ver de forma física.
Así que el mandamiento de Dios está muy claro: el que ama a Dios, ame también a su hermano (Jn 13.34-35). El mundo sabrá que somos discípulos de Cristo y que su obra redentora es verdadera siempre que pueda ver concretamente los hechos que manifiestan ese amor entre nosotros. ¡Amar a Dios es amar a los hermanos, servir a Dios es servir a la humanidad! Que sea esta nuestra permanente experiencia de fe y comunión.
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